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Brasília (19/07/2012) – Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (19/07) um comunicado do Ibama que dá início formal ao processo de reavaliação de agrotóxicos associados a efeitos nocivos às abelhas. Quatro ingredientes…
Pelo menos oito dos envolvidos tinham cadastro no Ibama. Alguns chegaram a ser multados pelo órgão, em valores superiores a R$ 30 milhões, por irregularidades como transporte clandestino, comércio ilícito e manutenção em cativeiro. Um policial civil facilitava a entrada das aves no país.
Ativistas do Greenpeace entregaram ontem (2) ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Santarém, no Pará, um relatório com fotos e mapas que mostram a ação ilegal de empresa madeireira em um assentamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
A extração “predatória”, conforme classifica a organização não governamental (ONG), ocorre dentro do projeto de assentamento conhecido como Corta Corda, na região do Rio Curuá-Una, a quase 140 quilômetros da cidade de Santarém. Os ambientalistas investigaram a área por quatro noites seguidas, fotografando pátios de madeira, toras cortadas, desmatamento recente, uma serraria e o tráfego intenso de caminhões carregados com o produto.
O chefe do Incra disse ainda que a denúncia não é uma novidade para o órgão. “Recebemos denúncias e temos conhecimento, mas trabalhamos, no setor de meio ambiente, com três servidores que atuam nessas denúncias e cuidamos de 42 milhões de hectares de terra. O desaparelhamento é um obstáculo à fiscalização adequada por aqui”, lamentou. Segundo Batista, a unidade recebe uma média de dez a 15 denúncias por semana.
Policiais trocaram tiros com os mascarados, que acabaram fugindo pelo mato. Estudo afirma que a probabilidade de um madeireiro ilegal ser penalizado no Brasil é menor que 0,08%.