Tulio Malaspina

Tulio Kengi Malaspina é formado em Comunicação Social com especialização em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP), têm diversos cursos voltados à redes digitais e sustentabilidade em instituições como ESPM, JumpEducation, São Paulo Digital School, Comunique-se, Escola de Ativismo e UMAPAZ. Já ministrou diversas palestras sobre comunicação e sustentabilidade em universidades como Unesp, Mackenzie, Ufscar e Unimep.

Trabalha como consultor de inteligência em engajamento e redes digitais, desenvolvendo e compartilhando modelos, técnicas e processos visando o aumento da efetividade de campanhas e projetos sociais voltados para a sustentabilidade. Seu trabalho é gerar insights a partir da coleta de dados e informações, buscando compreender as mecânicas entre o relacionamento das pessoas e o tema, facilitando assim a criação de estratégias que potencializem as interações e os resultados.

É fundador do laboratório de inteligência em engajamento e redes digitais SustentaLab, sócio no Coletivo Verde, editor no Atitude Eco, colaborador na Escola de Ativismo e sócio fundador da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps).

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Ativistas do Greenpeace entregaram ontem (2) ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Santarém, no Pará, um relatório com fotos e mapas que mostram a ação ilegal de empresa madeireira em um assentamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

A extração “predatória”, conforme classifica a organização não governamental (ONG), ocorre dentro do projeto de assentamento conhecido como Corta Corda, na região do Rio Curuá-Una, a quase 140 quilômetros da cidade de Santarém. Os ambientalistas investigaram a área por quatro noites seguidas, fotografando pátios de madeira, toras cortadas, desmatamento recente, uma serraria e o tráfego intenso de caminhões carregados com o produto.

O chefe do Incra disse ainda que a denúncia não é uma novidade para o órgão. “Recebemos denúncias e temos conhecimento, mas trabalhamos, no setor de meio ambiente, com três servidores que atuam nessas denúncias e cuidamos de 42 milhões de hectares de terra. O desaparelhamento é um obstáculo à fiscalização adequada por aqui”, lamentou. Segundo Batista, a unidade recebe uma média de dez a 15 denúncias por semana.