Tulio Malaspina

Tulio Kengi Malaspina é formado em Comunicação Social com especialização em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP), têm diversos cursos voltados à redes digitais e sustentabilidade em instituições como ESPM, JumpEducation, São Paulo Digital School, Comunique-se, Escola de Ativismo e UMAPAZ. Já ministrou diversas palestras sobre comunicação e sustentabilidade em universidades como Unesp, Mackenzie, Ufscar e Unimep.

Trabalha como consultor de inteligência em engajamento e redes digitais, desenvolvendo e compartilhando modelos, técnicas e processos visando o aumento da efetividade de campanhas e projetos sociais voltados para a sustentabilidade. Seu trabalho é gerar insights a partir da coleta de dados e informações, buscando compreender as mecânicas entre o relacionamento das pessoas e o tema, facilitando assim a criação de estratégias que potencializem as interações e os resultados.

É fundador do laboratório de inteligência em engajamento e redes digitais SustentaLab, sócio no Coletivo Verde, editor no Atitude Eco, colaborador na Escola de Ativismo e sócio fundador da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps).

Contatos pessoais: Twitter | Linkedin | Facebook | SlideShare | Email: tuliomalaspina@gmail.com

Atitude Eco: Twitter | Facebook | Youtube
SustentaLab: Twitter | Facebook | Linkedin
Coletivo Verde: Twitter | Facebook
Abraps: Twitter | Facebook | Linkedin
Posts tagged "descarte"

Você sabe o que significa obsolescência programada? Esse “palavrão” faz muito mais parte da vida das pessoas do que se pode imaginar. A produção de bens para durarem um período menor do que a sua vida útil é o foco de um dos filmes exibidos na 1ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, realizada em março deste ano, em São Paulo.

O documentário “The Light Bulb Conspiracy” (“Comprar, trocar, comprar”, Espanha/França, 2009) traz à tona a discussão sobre o modelo atual de produção e consumo e foi mote do debate sobre consumo promovido na Mostra, no dia último dia 18, no Cine Livraria Cultura, em São Paulo. O público pode trocar impressões sobre diversos aspectos relacionados ao consumo com Cosima Dannortizer, diretora do documentário, Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu, e Lisa Gunn, coordenadora executiva do Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

Se na década de 1920 já era possível produzir uma lâmpada com vida útil de 2.500 horas por que hoje elas duram 1.000 horas? Com questões como esta, o documentário discute práticas de empresas que produzem artigos de consumo com prazo de validade inferior ao que a tecnologia pode oferecer em durabilidade. O objetivo é provocar uma substituição mais rápida do produto, o que movimenta a produção e gera empregos.