Tulio Malaspina

Tulio Kengi Malaspina é formado em Comunicação Social com especialização em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP), têm diversos cursos voltados à redes digitais e sustentabilidade em instituições como ESPM, JumpEducation, São Paulo Digital School, Comunique-se, Escola de Ativismo e UMAPAZ. Já ministrou diversas palestras sobre comunicação e sustentabilidade em universidades como Unesp, Mackenzie, Ufscar e Unimep.

Trabalha como consultor de inteligência em engajamento e redes digitais, desenvolvendo e compartilhando modelos, técnicas e processos visando o aumento da efetividade de campanhas e projetos sociais voltados para a sustentabilidade. Seu trabalho é gerar insights a partir da coleta de dados e informações, buscando compreender as mecânicas entre o relacionamento das pessoas e o tema, facilitando assim a criação de estratégias que potencializem as interações e os resultados.

É fundador do laboratório de inteligência em engajamento e redes digitais SustentaLab, sócio no Coletivo Verde, editor no Atitude Eco, colaborador na Escola de Ativismo e sócio fundador da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps).

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MATILHA CULTURAL promove a 4º edição do Setembro Verde com temática socioambiental e ecoativista http://bit.ly/TD5f78

Programação gratuita oferece mostra de filmes, palestras, atividades e exposições com destaque para mobilizações globais de proteção ao meio ambiente e preservação cultural.

São Paulo, setembro de 2012 – A partir de 11 de setembro, terça-feira, a Matilha Cultural promove – em parceria com outras organizações, movimentos e coletivos independentes – a 4ªedição do Setembro Verde, projeto que tem como objetivo reunir diversas atividades de temáticas socioambientais e políticas através de uma programação multimídia gratuita, com ênfase em arte, música e cinema. O projeto vai até o dia 14 de outubro, domingo. A abertura no dia 11 está marcada para começar às 19h com a exposição “-40˚C a +40˚C. Antártida a Amazônia”, da jornalista e fotógrafa Bárbara Veiga, na galeria, e com a instalação “Ngô Meitire – Água, Valiosa Água” sobre o Xingu, na arena, a partir das 19h. No coquetel de abertura, a Matilha oferece uma degustação do suco de clorofila, uma das novidades da casa.

Com o intuito de reforçar o caráter dos movimentos de ocupação como pontos de conexão de pessoas e ideias por um mundo melhor, o foco do Setembro Verde é usar a cultura e a arte para aproximar o público dos movimentos e questões políticas que afetam todo o país. Temas, como o Código Florestal, a construção da usina de Belo Monte, a mobilidade em São Paulo, além de projetos e eventos que já adotam princípios de sustentabilidade, fazem parte da programação. Os graves impactos da exploração humana sobre as florestas e os oceanos, bem como o modo de vida imposto pela sociedade de consumo, são o fio condutor para a edição de 2012.

“É uma curadoria que abre espaço para o ativismo e campanhas de mobilização, comunicando diretamente as pessoas sobre os pontos de vista que vão além da mídia e do governo sobre questões fundamentais para nossa vida hoje”, diz Tica Minami, uma das organizadoras do Setembro Verde, da Matilha Cultural.

O Setembro Verde também marca uma nova fase do coffeeshop Matilha. O cardápio ganhou novas opções de alimentos saudáveis, com salgados, doces, sucos, smoothies e uma carta de chás. Todos os produtos oferecidos no Coffee da Matilha vêm da agricultura orgânica ou biodinâmica. Os alimentos biodinâmicos também são orgânicos, pois seu cultivo não utiliza fertilizantes químicos ou agrotóxicos. Mas a produção biodinâmica leva em conta outros fatores no manejo da terra, que buscam integrar de forma global e holística os elementos da natureza e a auto-sustentação da propriedade, com entrada mínima de recursos e insumos externos. Além da vantagem de não estarem contaminados com agrotóxicos, os biodinâmicos apresentam um benefício a mais do que os alimentos orgânicos: uma qualidade nutritiva superior.