Tulio Malaspina

Tulio Kengi Malaspina é formado em Comunicação Social com especialização em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP), têm diversos cursos voltados à redes digitais e sustentabilidade em instituições como ESPM, JumpEducation, São Paulo Digital School, Comunique-se, Escola de Ativismo e UMAPAZ. Já ministrou diversas palestras sobre comunicação e sustentabilidade em universidades como Unesp, Mackenzie, Ufscar e Unimep.

Trabalha como consultor de inteligência em engajamento e redes digitais, desenvolvendo e compartilhando modelos, técnicas e processos visando o aumento da efetividade de campanhas e projetos sociais voltados para a sustentabilidade. Seu trabalho é gerar insights a partir da coleta de dados e informações, buscando compreender as mecânicas entre o relacionamento das pessoas e o tema, facilitando assim a criação de estratégias que potencializem as interações e os resultados.

É fundador do laboratório de inteligência em engajamento e redes digitais SustentaLab, sócio no Coletivo Verde, editor no Atitude Eco, colaborador na Escola de Ativismo e sócio fundador da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps).

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A instigante imagem da palhaça de língua de fora acabou estampada na capa da Página 22, edição 66. Mas quem era aquela figura irreverente? Página22 foi atrás de pistas e descobriu quem era a ativista que andava pela Marcha Ré – manifestação era contra a aprovação do novo Código Florestal – organizada durante a Rio+20.
Era Tica Minami, “jornalista de formação e ativista de coração”, como ela se descreve. A relação com o movimento socioambiental é de longa data. Tica trabalhou por dez anos no Greenpeace, dos quais oito passou em Manaus. Em 2010 voltou a São Paulo, mas continuou trabalhando com questões da Amazônia, como o Movimento Xingu Vivo. Foi ela, por exemplo, que entrou em contato com atores globais para o Movimento Gota D´água e os convenceu a participar da ação contra a construção de Belo Monte.

A instigante imagem da palhaça de língua de fora acabou estampada na capa da Página 22, edição 66. Mas quem era aquela figura irreverente? Página22 foi atrás de pistas e descobriu quem era a ativista que andava pela Marcha Ré – manifestação era contra a aprovação do novo Código Florestal – organizada durante a Rio+20.

Era Tica Minami, “jornalista de formação e ativista de coração”, como ela se descreve. A relação com o movimento socioambiental é de longa data. Tica trabalhou por dez anos no Greenpeace, dos quais oito passou em Manaus. Em 2010 voltou a São Paulo, mas continuou trabalhando com questões da Amazônia, como o Movimento Xingu Vivo. Foi ela, por exemplo, que entrou em contato com atores globais para o Movimento Gota D´água e os convenceu a participar da ação contra a construção de Belo Monte.