Tulio Malaspina

Tulio Kengi Malaspina é formado em Comunicação Social com especialização em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP), têm diversos cursos voltados à redes digitais e sustentabilidade em instituições como ESPM, JumpEducation, São Paulo Digital School, Comunique-se, Escola de Ativismo e UMAPAZ. Já ministrou diversas palestras sobre comunicação e sustentabilidade em universidades como Unesp, Mackenzie, Ufscar e Unimep.

Trabalha como consultor de inteligência em engajamento e redes digitais, desenvolvendo e compartilhando modelos, técnicas e processos visando o aumento da efetividade de campanhas e projetos sociais voltados para a sustentabilidade. Seu trabalho é gerar insights a partir da coleta de dados e informações, buscando compreender as mecânicas entre o relacionamento das pessoas e o tema, facilitando assim a criação de estratégias que potencializem as interações e os resultados.

É fundador do laboratório de inteligência em engajamento e redes digitais SustentaLab, sócio no Coletivo Verde, editor no Atitude Eco, colaborador na Escola de Ativismo e sócio fundador da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps).

Contatos pessoais: Twitter | Linkedin | Facebook | SlideShare | Email: tuliomalaspina@gmail.com

Atitude Eco: Twitter | Facebook | Youtube
SustentaLab: Twitter | Facebook | Linkedin
Coletivo Verde: Twitter | Facebook
Abraps: Twitter | Facebook | Linkedin

Segundo a advogada e coordenadora da Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo, Sueli Camargo, a justificativa alegada pelos policiais não procede. “Em hipótese alguma é aceitável o uso de algemas em crianças de 10 e 12 anos. Você imagina o porte do policial, é claro que seria possível para ele controlar a situação sem o uso das algemas. E o fato das crianças terem permanecido algemadas no interior da viatura já desqualifica por completo a tentativa dos policiais de se livrarem da arbitrariedade”. Ainda segundo a advogada, caso o conselheiro presenciasse tal abuso e se omitisse, estaria negando sua função e poderia ser penalizado judicialmente por isso.